DESCLASSIFICADA NA MARATONA: Yasmin Roberta CHORA a Desigualdade
Revolta e Tristeza na Maratona de Goiânia! Atleta Trans NÃO CONsegue Prêmio mesmo após Terminados em 5º Lugar!
O último domingo (25) foi de CORAÇÃO NA MÃO para Yasmin Roberta, 40 anos, que enfrentou a Maratona Internacional de Goiânia e, com lágrimas nos olhos, viu toda sua garra escorregar por entre os dedos! Apesar de cruzar a linha de chegada em um impressionante quinto lugar, a atleta transexual foi BARRADA do pódio e da premiação! Uma verdadeira palhaçada!
"Me Senti um LIXO!", Diz Yasmin
Em desabafo emocionante, Yasmin revelou seu desespero: “Me senti a pior pessoa do mundo, um lixo. Tanta gente me parabenizando, e no fim, só vergonha! É um absurdo eu ser desclassificada por ser uma mulher trans!” E como não na hora de subir ao pódio! A atleta chorou com a frustração de um sonho despedaçado.
Yasmin, que já compete há 5 anos, alega que estava tudo certo com seus exames, pelo menos até a maratona! Entrou em contato com a organização ANTES do evento, mas adivinha? Tomaram uma atitude imoral e a informaram de sua desclassificação SÓ quando tudo já tinha acabado. “Por que não me avisaram antes? Eu precisaria pelo menos saber que não teria chances,” desabafou.
RIGIDEZ da Federação: O Último Golpe?
A confusão maior? A organizadora do evento jogou a responsabilidade nas costas da Federação de Atletismo: “As regras são mais rígidas aqui, e Yasmin sabia disso!” Mas e a compaixão? A maratona também é sobre inclusão, ou isso não conta?
A história ainda ficou mais dramática! Yasmin, em busca de justiça, foi registrar um boletim de ocorrência, mas o delegado pediu mais provas. Um verdadeiro labirinto de burocracia, quando tudo que ela queria era o reconhecimento pelo seu esforço!
A Verdade por Trás das Regras!
De acordo com informações de quem entende do assunto, a desclassificação foi uma decisão da Confederação Brasileira de Atletismo com base nas normas da WA (World Athletics). Será que a inclusão não é válida na corrida? E a luta das mulheres trans, onde fica?
Se a disciplina é fundamental, que tal LIDAR com a inclusão? Barely? Essa história ainda vai dar o que falar!
Para mais detalhes sobre essa absurda situação, FIQUEM LIGADOS!